Associação Brasileira de Recursos Hídricos
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XXII Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos

TEMA: Ciência e tecnologia da água: inovação e oportunidades para o desenvolvimento sustentável

DATA: 26 de novembro a 01 de dezembro de 2017 - LOCAL: Florianópolis - SC

Mesas redondas

MR 1 - Proteção de mananciais e segurança hídrica em espaços metropolitanos

Data: 27 de novembro
Horário: 14h00 às 16h00
Briefing: A gestão de recursos hídricos em espaços metropolitanos faz-se em um ambiente de grande complexidade social e econômica. A concentração de populações, a diversidade de atividades econômicas, as pressões pelo uso de recursos naturais e os impactos antrópicos são causas de conflitos regionais e para além dos espaços metropolitanos. Por outro lado, essas regiões concentram capital humano, instituições e intensa atividade econômica e possuem potencial para bem gerir seus recursos, a despeito dos atuais e persistentes conflitos e falhas de gestão. Essa mesa buscará refletir sobre os meios pelos quais se consiga atingir a proteção de mananciais estratégicos para o abastecimento metropolitano, garantindo a segurança hídrica para seus habitantes. Os debates procurarão ter em conta as diversas demandas por recursos hídricos, inclusive a disposição de efluentes, pressões por expansão urbana, produção de alimentos, atividades industriais, demandas por atividades de lazer, a proteção efetiva de unidades de conservação e possíveis impactos de mudanças climáticas sobre a disponibilidade hídrica, em seus aspectos de qualidade e quantidade. A recente promulgação do Estatuto da Metrópole, outros instrumentos de regulação, como o zoneamento metropolitano, e de incitação econômica, como os fundados em serviços ecossistêmicos, serão igualmente tratados.


MR 2 - Impactos do Fórum Mundial da Água para o Brasil

Data: 27 de novembro
Horário: 14h00 às 16h00


MR 3 - Redução de riscos em eventos hidrológicos

Data: 27 de novembro
Horário: 14h00 às 16h00
Briefing: Recentemente os eventos hidrológicos extremos (excesso e falta de chuva) vêm causando sérios danos sociais, econômicos e ambientais, inclusive perda de vidas humanas, tanto no mundo quanto no Brasil. Por isso, a sociedade brasileira, os governos municipais, estaduais e federal têm agido em prol a redução de riscos, estruturando Proteção e Defesa Civil em nível municipal, estadual e federal e também criando diversos órgãos ligados diretamente a prevenção e redução dos desastres, como o, CENAD e o CEMADEN. Diversos pesquisadores/técnicos na área de recursos hídricos estão fortemente interessados em estudos básicos e avançados para tal redução/gerenciamento. Portanto, o objetivo da presente mesa é apresentar a ciência e a tecnologia voltadas à redução/gerenciamento de desastres e suas aplicações à sociedade brasileira, abordando dois eventos extremos e proporcionando ampla discussão com aspectos holísticos.


MR 4 - Superficial ou subterrânea, a água é a mesma. E a gestão?

Data: 27 de novembro
Horário: 14h00 às 16h00
Briefing: O princípio da "Gestão Integrada dos Recursos Hídricos" tem sido interpretado mais como uma política de gestão participativa do que como a necessidade de integração, ao nível de cada bacia, do uso todas as fontes de água disponíveis. Assim, os Comitês de Gerenciamento de Bacias Hidrográficas cuidam (?) especialmente dos recursos hídricos superficiais, deixando de computar e estimular o seu manejo integrado com o das águas subterrâneas e da água da chuva, bem como os aspectos de perdas sistêmicas e de desperdício, responsáveis pela redução significativa desses recursos.


MR 5 – Sensoriamento remoto da água: perspectivas para a nova era de disponibilidade de informação

Data: 28 de novembro
Horário: 14h00 às 16h00
Briefing: A ciência hidrológica e as ferramentas de engenharia/gestão de recursos hídricos se desenvolveram na condição de escassez de observações hidrológicas. Entretanto, avanços recentes na observação do sistema terrestre por sensoriamento remoto trazem novas oportunidades para estudar o sistema hidrológico terrestre de maneira contínua e detalhada. A evolução da tecnologia espacial das últimas décadas tem permitido a obtenção de informações por satélite, em diferentes escalas espaciais e temporais, com relativa acurácia, de processos como precipitação, evapotranspiração, umidade do solo, variações nos estoques de água, áreas inundadas, níveis de corpos d’água e qualidade da água. Essas novas oportunidades trazem novos desafios sobre como utilizar novos tipos de observações hidrológicas de forma adequada e qual o seu potencial para novas aplicações práticas.
Esta mesa redonda visa a apresentar avanços recentes na ciência e tecnologia de sensoriamento remoto da água, discutindo aplicações e potencialidades de temas como:
- Monitoramento espacial da evapotranspiração e usos d’água.
- Altimetria e sensoriamento remoto de rios e lagos.
- Estimativas de precipitação por satélite
- Monitoramento espacial de qualidade da água.
- Aplicações de hidrologia espacial e modelagem hidrológica.


MR 6 – Inovação na gestão de Águas nos Estados

Data: 28 de novembro
Horário: 14h00 às 16h00
Briefing: A gestão dos recursos hídricos é desenvolvida pelos Estados e a União, em águas de seu domínio. Ações de gestão nos estados têm sido induzidas pela ANA através do Programa Progestão, que se baseia no princípio do pagamento por alcance de metas, a partir da adesão voluntária das unidades da federação. Experiências inovadoras têm sido realizadas pelos estados, mas desafios para avanço da gestão nos estados devem ser superados. Discutir as inovações e os desafios dos estados constitui o objetivo desta mesa redonda


MR 7 – Segurança de Barragens: Avanços e Perspectivas

Data: 28 de novembro
Horário: 14h00 às 16h00
Briefing: Em 2010 o Brasil sancionou a Política Nacional de Segurança de Barragens – PNSB, a Lei Federal 12.334. Em 2015 com um grande acidente de uma barragem de rejeitos minerais, em Mariana, MG, o tema passou a ser tratado com maior prioridade e o Brasil passou a experimentar um período de forte evolução institucional e regulatório dessa política. Órgãos fiscalizadores como ANA, ANEEL e DNPM já criaram regulamentações específicas para o exercício específico da Política Nacional de Segurança de Barragens nos setores de usos múltiplos do recurso hídrico, geração hidrelétrica e produção mineral. Vários são os desafios para que a política se consolide como um instrumento de segurança, principalmente para os residentes potencialmente atingidos por catástrofes decorrentes de barragens. Nessa temática, os órgãos fiscalizadores e as associações técnicas têm um papel crucial na discussão e promoção da Política Nacional de Segurança de Barragens e das técnicas do estado da arte da engenharia. Por isso o debate técnico sobre os avanços e perspectivas da segurança de barragens no Brasil é tema de uma mesa redonda no XXII SBRH, visando firmar mais um passo na busca de soluções para a presente problemática.


MR 8 - Uso de informações sobre mudanças climáticas no planejamento e gerenciamento de recursos hídricos

Data: 29 de novembro
Horário: 14h00 às 16h00
Briefing: Profissionais de recursos hídricos, gestores e políticos têm dificuldades em utilizar as informações sobre mudanças climáticas nas decisões que tomam em suas atividades. Essas mudanças, prospectadas para um futuro relativamente distante, parecem de difícil incorporação nos métodos utilizados em projetos e também no planejamento e gerenciamento de recursos hídricos. Questões relevantes surgem diante dessa nova condição: como lidar com uma Hidrologia não estacionária e como incorporar estudos de mudanças do clima na avaliação de risco hidrológico. Esta mesa discutirá essas dificuldades, apresentará experiências existentes no Brasil e internacionais, e debaterá formas de apropriação desta informação ao planejamento e gerenciamento de recursos hídricos para maior benefício da sociedade brasileira.


MR 9 – Aprendendo com Mariana

Data: 29 de novembro
Horário: 14h00 às 16h00
Briefing: A ruptura da barragem de rejeitos no município de Mariana causou um desastre ambiental, social e econômico expressivo. A água na bacia do rio Doce foi severamente afetada em usos como sistema de abastecimento público de água potável, ecossistemas aquáticos, aquicultura, recreação, entre outros. A minimização de risco de desastres associados à ruptura de barragem envolve a gestão dos componentes ameaça, vulnerabilidade e exposição. Grandes desastres devem permitir aprender para evitar repetições. Assim, esta mesa tem por objetivo discutir com atores envolvidos nos fatores de risco de desastre desta natureza, visando aprender e inovar na busca da sustentabilidade dos processos produtivos em bacias hidrográficas de expressiva importância social, econômica e ambiental.


MR 10 – A segurança hídrica para o setor produtivo

Data: 30 de novembro
Horário: 14h00 às 16h00


MR 11 – Os impactos das incertezas e da variabilidade quali-quantitativa na gestão de recursos hídricos

Data: 30 de novembro
Horário: 14h00 às 16h00
Briefing: O monitoramento de variáveis hidrológicas e de qualidade das águas gera séries de dados distribuídas espacial e temporalmente. Os resultados obtidos devem permitir a tomada de decisão, no desenvolvimento dos instrumentos de gestão de recursos hídricos. Para isto, é fundamental que os dados apresentem confiabilidade para assegurar condições para o adequado processo de tomada de decisão.

A confiabilidade depende do controle de fatores inerentes ao processo de monitoramento quali-quantitativo, como amostragem, acondicionamento, preservação, transporte e análises da amostra e a adequada visão de pontos de controle hidrológico.

O controle resulta da adoção de procedimentos normatizados e boas práticas operacionais em campo e em laboratório. Para isto são necessários recursos humanos bem treinados em hidrometria, metodologias empregadas robustas, equipamentos adequadamente mantidos e calibrados, insumos laboratoriais com elevado grau de pureza, entre outros elementos.

A condição de estabelecimento de séries de informações quali-quantitativas devem estar relacionada aos objetivos estratégicos para os instrumentos de gestão de recursos hídricos que devem ser abordados, como critério de atendimento dos padrões legais estabelecidos.

Neste contexto faz-se necessário: 
(1) Entender aspectos de incerteza hidrológica e sua influência nas séries de qualidade da água;
(2) Avaliação do efeito da não estacionariedade de vazões não só em modelos hidrológicos, mas também em sistemas de suporte a decisão
(3) Quão confiável são as séries oficiais para que possam ser utilizadas ?
(4) Qual o nível de incerteza nas estimativas de modelos quali-quantitativos


MR 13 –  O enfoque hidro agrícola na produção alimentar no Brasil

Data: 30 de novembro
Horário: 14h00 às 16h00
Briefing: O desafio da exequibilidade da gestão hídrica constitui um assunto recorrente nos dias atuais. A produção alimentar, em toda sua cadeia, está cada vez mais vinculada ao uso da água, como a irrigação, e, no contexto brasileiro, abrange pequenas, médias e grandes áreas agrícolas. O uso eficiente da água propicia uma elevação no rendimento de cultivos e valoriza economicamente a produção agrícola. Mesmo figurando como a maior usuária de recursos hídricos em território nacional, a agricultura é uma grande contribuidora para o desperdício destes limitados recursos, dotados de grande valor ambiental, econômico e estratégico. O enfoque hidroagrícola, considera a água como um insumo agrícola, e, também, como um de seus produtos, e seu manejo adequado não pode ser considerado uma etapa independente dentro do processo produtivo, devendo ser analisado dentro do contexto de um sistema integrado. Assim, esta mesa redonda tem como objetivo discutir o uso da água na produção alimentar do Brasil, sob as óticas técnica e política, abordando o uso e o desenvolvimento de técnicas para diferentes regiões climáticas e para os crescentes cenários de eventos climáticos extremos e de crise hídrica, bem como, discutindo a necessidade de uma gestão integrada, integração institucional, articulação setorial e participação social.


MR 14 – “20 anos da Política Nacional de Recursos Hídricos - os desafios para sua consolidação"

Data: 30 de novembro
Horário: 14h00 às 16h00
Briefing: A Política Nacional de Recursos Hídricos faz 20 anos, temos um Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos assentados em um modelo complexo e ousado que requer uma grande articulação de atores, instituições e de políticas públicas diversas e que já conta com 244 Comitês de Bacias, os Conselhos Nacional e Estaduais de Recursos Hídricos, Secretarias e diversos órgãos gestores federal e estadual.
Desde sua promulgação a gestão das águas vem em uma evolução positiva do ponto de vista do que preconiza a lei que é a gestão descentralizada e participativa, abrindo possibilidades para o diálogo entre poder público, sociedade civil e o setor privado e desta forma resolver os desafios das águas no Brasil. Ao mesmo tempo ainda são identificadas lacunas na sua implementação e a baixa visibilidade que vêm permeando os debates sobre o tema, o que vem estimulando diversos estudos e projetos que neste momento avaliam a gestão de recursos hídricos no Brasil. Por isso, o Observatório da Governança das Águas (OGA Brasil) promove este debate, onde o WWF-Brasil irá apresentar um estudo sobre o Projeto Legado da Agência Nacional de Águas, a SOS Mata Atlântica irá tratar das possíveis mudanças da legislação que podem alterar significativamente a gestão das águas no Brasil e as outras instituições convidadas farão comentários sobre o tema. O OGA Brasil é uma rede multissetorial que reúne 82 instituições do poder público, setor privado e organizações da sociedade civil e indivíduos que reconhecem a necessidade de monitorar o desempenho dos Sistemas Nacional e Estaduais de Gerenciamento de Recursos Hídricos (SINGREH) e fortalecer a Governança das Águas no Brasil.
Visite nosso site e acompanhe nosso trabalho: http://www.observatoriodasaguas.org/




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